Hoje a "Plim-Plim" passou mais um filme sobre duas "loiras burras" , ambas oxigenadas e falsas.
Para começo de conversa vamos explicar que “loira” não existe, é errado, corruptela causada pelo sotaque português que troca o “u” pelo “i”. O nome disso é "galicismo"!
O meu sobrenome,por exemplo, é falado de modo errado , como “Moitinho” ao invés de Moutinho pelos portugueses.
Loura vem de “louros”, aquela tiara de folhas de louro que os atletas gregos recebiam como prêmio nas olimpíadas da antiguidade.
Portanto,não repitam mais erroneamente como muitos jornalistas despreparados,analfabetos funcionais recém formados, de sites importantes este erro!
Consultem o dicionário e constatem.
Outra coisa é esta campanha malévola, racista e pior, programada por décadas, desde o final da segunda grande guerra, pelos que controlam os estúdios cinematográficos dos E.U.A e agora aqui, incorporada pelo recalque “tupiniquim”, para que muitos se sentissem com melhor auto-estima à custa da depreciação dos povos que nos dominam, na figura da “loura burra”.
Isto é racismo!
Sem mais palavras!
Se a lei vale para todos então por que não vemos uma avalanche de processos e denúncias?
Talvez porque a lei só valha para quem se sinta ofendido por baixa auto-estima e não os que nem se toquem com isto,por não terem este sentimento de inferioridade e levem na brincadeira.
Esta “programação psicológica subliminar” começou logo depois da segunda grande guerra, após os judeus controlarem os estúdios de Hollywood, como forma de depreciarem os anglo saxões e evitarem o ressurgimento do sentimento de superioridade racial dos mesmos nos E.U.A., como na Alemanha, capaz de fazer mais estragos no futuro.
Hoje controlam tudo na mídia e nos estúdios. O último baluarte de uma moral “cristã” foi o estúdio
Walt Disney que encantou minha infância com aquele modo romântico e sensível de um descendente de irlandeses abordar a natureza e os animais, dando-os “personalidades humanas”. Foi comprado e é controlado agora por um chefão judeu.Não quero com isto colocar a culpa nem prejulgar intenções, apenas entendo estas medidas de segurança tomadas pelos donos do capital norte-americano, por receio de um futuro que repetisse o passado, enquanto as imagens da superioridade anglo-saxã, branca , caucasiana, ainda estivessem gravadas no subconsciente da população.
Usaram de uma técnica psicológica de condicionamento subliminar, hoje empregada até por empresas de propaganda, bem ao gosto de
Goebbels, o mestre da propaganda nazista.
Vivendo e aprendendo não é?
O que era satânico passou a ser válido e bom...sei como é...Desde
Marylin Monroe,
Doris Day,
Jayne Mansfield, até as mais recentes “suecas imigrantes” dos estúdios a eterna pecha da “loura sensual, porém burra” foi mantida sem descanso.
Observem os “filmecos” enlatados norte-americanos das tardes e noites sobre universidades e colégios. Quem são os vilãos? Sempre os louros, brancos, egoístas e odiosos. Os heróis sempre são os feios, os “nerds”, os judeus, latinos e negros.
O que é isto a não ser RACISMO EXPLÍCITO veiculado pela mídia em campanha de condicionamento psicológico subliminar de massas?
Entenderam agora, tudo que não sacaram antes por desatenção?
Pois é... coisa de DNA...
Quem tem os dos “dominantes” saca e percebe, se cala ou denuncia. Eu denuncio.
E ainda tem gente que não acredita em “conspirações”...rsrsrs.
Pobres “gentios”...