Vamos dar um tempo em nossas "preferências" iniciais e analisar melhor o que estamos assistindo, o mais imparcialmente possível?
Ok então.
Existe uma espécie de "Psique, Psiquê, ou Psiché (em Francês) coletiva em qualquer "reality", que força seus "personagens" a entrarem na mesma vibração interdependente de emoções e revelações de suas personalidades.
"Do grego psychein ("soprar"), é uma palavra ambígua que significava originalmente "alento" e posteriormente, "sopro". Dado que o alento é uma das características da vida, a expressão "psique" era utilizada como um sinônimo de vida e por fim, como sinônimo de alma, considerada o princípio da vida. A "Psique" seria então a "alma das sombras" por oposição à "alma do corpo".
Observamos esta tendência de revelações inesperadas, máscaras caindo, o inconsciente tomando a frente, falsidades por sobrevivência, couraças ou carapaças de defesa, explosões de ânimos, etc, por parte de quase todos os participantes deste tipo de programas.
Na Psicologia e Psicanálise, temos o que denominamos; "Animus e Anima", também a "sombra" a "Persona", ou seja, uma complexidade de reações instintivas de preservação, por parte de qualquer ser humano.
"Anima e Animus, na Psicologia Analítica de Carl Gustav Jung, são aspectos inconscientes de um indivíduo, opostos à persona, ou aspecto consciente da Personalidade. O inconsciente do homem encontra expressão "
Vejam, por exemplo, uma mulher como a Joana, que deve ter tido boa família de classe média, e formação básica educacional, dizendo que é "maloqueira" e se comportando nas festas como uma "funkeira favelada", mesmo sendo "carismática, de olhar límpido e expressões que revelariam ter um bom caráter. Efeito de seus relacionamentos com homens advindos de baixas classes sociais e ambientes nos quais teve de aprender a sobreviver?
Não precisaria, se tivesse controlado seus instintos, que a traíram e continuam traindo, solapando suas chances de vencer esta "Fazenda 4".
E o tal do "psicopádua", "cabeça verde" ou "duende verde"?
Seria ele o único "vilão deste "reality"?
Apesar de tê-lo criticado, por suas críticas e ofensas covardes, feitas pelas costas de seus adversários, manipulações e falsidades, alertei que ele veio preparadíssimo para esta competição, nos mínimos detalhes, até nas roupas, para cada animal, etc, como sacou logo a Monique e o dedurou perante o grupo.
Para ele, esta é a sua última chance na vida, valendo qualquer estratégia ou ações, não importando os meios, mas sim os fins.
Ele está completamente imerso no jogo e age com uma frieza absoluta, sabendo que será sempre um alvo, não podendo perder nenhuma prova,já consciente, de que seria eliminado numa roça.Não podemos censurá-lo por não ter aceito a provocação e desafio da Ana Markun, chamando-o para "sentar no banquinho", pois quem assinaria a sua sentença e abdicaria do seu objetivo e sonho, só para mostrar que não tem medo da roça?
Partindo deste princípio, a reação dele em se esforçar para vencer e voltar como fazendeiro, foi a reação de um competidor consciente num jogo, não de um covarde, como foi ao falar mal pelas costas de suas vítimas.
Sob este aspecto ele agiu corretamente ao tentar vencer a prova, pois está num jogo que vale milhões.
Pena o público imbecil ter eliminado o François, pois teriamos competições acirradas e incríveis entre eles, além de futuros "barracos" e "romances", bem mais do que manterem a falsa "santa" Bruna ( como já sacou o "Cumpadi", logo depois que eu alertei sobre a sua estratégia e dissimulação).
Os "estereótipos do preconceito"; Dinei (o retardado infantil , boçal, que "se acha engraçado"e sem a menor educação ou higiene) e o "Cumpadi Uoxinton", malandrão, pornográfico, roncador, ardiloso e peidador, como seu "amigão", nada mais fizeram até agora do que reforçar o estereótipo e preconceito.
Alguém poderá dizer que;
"poxa vida, afinal, todo preconceito tem um fundo de verdade" e eu admitirei que muitos têm sim e assumo.
Tentem criar ou inventar um preconceito contra os japoneses, dizendo que eles são desorganizados, falam com as mão e aos berros, são individualistas e não pensam no coletivo, são indisciplinados, etc. Jamais conseguirão, porque um preconceito precisa partir de uma experiência verificável que seja verdadeira e indiscutível! Algo que representa a maioria de um determinado grupo ou povo.
Quem não respeita a noção de silêncio e boa conduta, quando viaja para a Europa, entrando em restaurantes, batucando, falando alto, furtando bombons em lojas da Suíça, se achando o máximo e futuro povo dominante no mundo? Japoneses, alemães, ingleses, ou BRASILEIROS?
Eu vivi no exterior, tive péssimas experiências com brasileiros e posso atestar!
Nosso país tem tudo, menos um povo à sua altura e recursos naturais.
E assim vai o "boçal" Dinei mijando nas coisas dos outros sem punição direta, o da "linguinha pornográfica" tentando tirar o seu sarro nas festas, CW, o mundo gira e , cada vez mais, vemos um público complacente com a ausência de valores, personalidades vulgares e outras baixarias morais.
Monique?
A conheci quando jovem e ela já teve todas as chances na vida, as desperdiçou por excessos e vaidade. Desperdiçou mais uma na "Fazenda 3". Até quando vamos "mimá-la no colo, como uma idosa retardada que não aceita o seu estado atual?
Continua dizendo que tem várias "empregadas" e , ao mesmo tempo, chora miséria.
É uma destemperada, irresolvível em seus conflitos de não aceitação da velhice e depressões crônicas.
Marlon era uma espécie de "incógnita" por seu autocontrole pessoal, o mais preparado psicologicamente no jogo e comportamento comedido em todas as ocasiões, sempre com uma palavra amiga e ombro de apoio para todos, estava agradando demais, mas escorregou, ao ser denunciado como participante da tramoia entre ele, a Duda e Ana, para dividirem o prêmio de equipe.
Ficou sem jeito e sua reação foi patética, apelando para a família e se sentindo injustamente acusado. Mentira! Foi o primeiro a topar o acordo e fechou direto!
Joana certa, Marlon e Ana errados!
Jamais tive qualquer preconceito quanto a vida pregressa de qualquer participante de um "reality". Assim fiz com a ex- "Meg Melillo" , então "Maria" e a defendi com unhas e dentes, até que ela demonstrasse dissimulação e falsidade, além de não assumir o seu passado.
Sempre afirmei que, o que valeria, seria o comportamento dentro da casa e não o passado.
No caso desta "BS"; Raquel, que parece ter virado uma "múmia", sem movimentos naturais, tentando repetir o desempenho da outra "paranoica" ; Janaína, apelando para discursos nos quais se apresenta como uma "possível discriminada", mas aceita pelo grupo e força algumas lágrimas, a mim não comove.
Está atuando SIM!
Dizer que a BS era o seu "alter-ego", outra pessoa, quando cobrava para fazer sexo, não é uma resposta adequada, ou então ela é louca, esquizofrênica e tem duas personalidades incorporadas.
Isto não existe!
A personalidade de uma prostituta é a mesma de sua vida, não importando o que ela faça ou represente no ato sexual com seus clientes.
A Bruna está tentando convencer o público, que ela não é nada do que fez , nada do que arquitetou e conseguiu se tornar uma "best seller" em livros, com entrevistas até na Europa, e filme seu, campeão de bilheteria!
Realmente, eu tenho de admitir que esta mulher é rara e incrível, porque, com aquela cara, boca "prognata", feições indigestas, quem pagaria por seus "serviços"?
Eu jamais e a cobraria!
Mas aquela "menininha indefesa" de perninhas juntas e falando que nem uma garotinha adolescente, ai não!
Ai é falsidade pura e dissimulação total!
Valesca meteu um chupão de língua no Dinei. Se vai assumir não sei, se não nem me interessa porque ela não mais me atrai como participante. É apenas mais uma "cachorra funkeira".
Não fosse esta inversão total de valores éticos e morais de nossa sociedade, o Dinei estaria com o "Cumpadi" quebrando asfalto ou estudando, para melhorarem de vida e outros lá se rasgando, para conseguirem empregos públicos ou um lugar na mídia.
Minha história de vida incorpora muitas intervenções minhas em favor dos favelados , dando empregos a ex-presidiários, e contribuindo com material de construção, para os barracos da favela da Rocinha no Rio, fui protegido por bicheiros e traficantes (ainda primitivos e sem o poder de armas de agora)por defender seus habitantes, para facilitar suas vidas e acreditar no futuro.