sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Ahahaha!

Os dólares de investimentos estrangeiros estão saindo e foram 6 bilhões!
Os especuladores de nossa bolsa ainda tentam atrair investidores incautos, kkkk

15 comentários:

Homero Moutinho Filho disse...

Pois é,amiga Ceiça!

Lígia disse...

Meu Deus isso é grave?!
Juro não consigo entender de bolsa de valores de dinheiro que nem é real, mas peculação.
Como nem pensar em termos um plano Collor novamente, todo dia eu lembro ia-se no mercaco e as mercadorias subiam de preço...eu só olhava aquelas máquinas mudando o valor
das coisas.
Lembro que nessa época eu entrei através de concurso no magistério e se demorassem 2 meses para me pagarem eu compraria uma TV de 20 polegadas acho, e sobraria dinheiro, demorou o estado a pagar quase 6 meses e a televisão , com o que recebi só deu para dar a pagar a 1ª prestação.
Homero, que não quero nem pensar em passar por essa insegurança financeira novamente. Ninguém merece.
Abraços e que a economia fique calminha, calminha para a felicidade da nação.rsrsrsrs

Ceiça disse...

Pois é amigo...

A Vale do Rio Doce anunciou hj uma redução considerável de perdas na produção de exportação.... Bolsas no mundo todo nessa sexta-feira em baixa...

Parece que a cada dia teremos surpresas de perda e o governo ainda anuncia que o brasil está sólido e não vai quebrar....rsssss


bjus

Sol disse...

Olá Homero, eita!!! que a coisa "tá" ficando feia.

A General Motors comunicou nesta sexta-feira ao Sindicato dos Metalúrgicos que irá conceder novo período de férias coletivas para os trabalhadores da unidade de São José dos Campos, no interior de São Paulo.

A GM não informa o número de trabalhadores que serão atingidos pela medida. Mas a estimativa do sindicato é que sejam afetados de 3.000 a 4.000 funcionários.

A GM também não informa os motivos de sua decisão. Para o sindicato, no entanto, a medida é reflexo do agravamento da crise mundial.

Ontem, a empresa anunciou férias coletivas para as unidades de São Caetano (Grande SP) e Gravataí (RS), alegando a necessidade de adequar seus estoques diante da "restrição de crédito que já impacta as vendas de veículos no mercado interno".

Tenho certeza que as outras montadores também irão adotar a mesma medida.O melhor termômetro para conhecer as expectativas economicas é perceber o funcionamento da indústria automobilistica.

E o "digníssimo" fazendo este tipo de declaração:

“Eu tenho vontade de tomar banho de petróleo, mas o Gabrielli [Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras] disse que não pode porque tem muitos produtos químicos no petróleo cru. Mas eu ainda farei alguma coisa, porque é emocionante”, disse, sem revelar seus planos.

Por que esse Gabrielli não calou a bocona,deixa o "presidente" se banhar, oras!!!

Solange

Homero Moutinho Filho disse...

Solange.

Deveriam deixá-lo mergulhar num poço de petróleo.

Homero Moutinho Filho disse...

Ceiça.

Quero ver esta "solidez" daqui a 4 meses...

Sol disse...

Pois é, o problema são esses empata samba que sempre aparecem para impedir , se o "homem" quer mergulhar ,deixa!!!, eu sou a primeira a incentivar, o "presidente" jamais deve passar vontade, pode ficar "aguado".Além do mais, o desejo do "chefe" sempre deve ser respeitado.


Solange

Sol disse...

Também acho, não sei porque sempre aparecem os empata samba.
O desejo do "chefe da nação" deve ser respeitado.

Solange

Sol disse...

Que solidez voces estão falando?
a Bovespa teve as maiores perdas dos últimos 40 anos,e não adianta o governo tentar seduzir os investidores com essa taxa de juros indecente,as retiradas estão sendo feitas a toque de caixa, todos os dias.

Vamos ver até quando o "digníssimo" e sua equipe economica manterá esse discurso de céu de brigadeiro.

Solange

Cláu disse...

Homero
Essa noite tive um sonho curioso: sonhei com a falência da Honda, mas não era Honda e sim Honda Civic. Como já tive sonhos premunitórios (ainda bem que isso não acontece faz tempo) e diante essa crise internacional, gostaria de saber se existe essa possibilidade.

Ceiça disse...

Amigo para seus comentários.....rsss

Roubini e mais queda nas Bolsas

Nouriel Roubini, o economista que previu com precisão e bons e detalhados argumentos técnicos a imensa confusão financeira em que estamos metidos, acha que as Bolsas ainda vão cair pelo menos 20% até chegarem ao fundo do poço. Dá para acreditar? Previsões para Bolsa e câmbio valem pouco. Se o leitor pregar na parede uma folha de jornal com os nomes de empresas e brincar de cabra cega, espetando o nome das ações e assim escolhendo as que pretende comprar, é possível que faça uma carteira de investimentos mais rentável que a de muito analista.

Roubini parece meio doido e ficou um pouco mais agitado depois que se tornou estrela mundial, o "doctor Doom", o "senhor catástrofe". Mas é um ótimo economista. No final de 2006, veio ao Brasil fazer uma apresentação de seu "artigo-catástrofe". O artigo era impressionante e bem argumentado, embora talvez um pouco confuso. Este colunista o leu e, no que o entendeu, ficou perturbado. Perguntou então a Arminio Fraga o que achava dos argumentos de Roubini _o economista seria doido ou estávamos mesmo à beira de uma catástrofe? Fraga tinha assistido à apresentação de Roubini e, digamos, entende "um pouquinho mais" do assunto que a maioria de nós. Fraga: "acho que ele não está maluco não. Talvez seja um pouquinho exagerado. Mas só um pouquinho".

Mas previsões sobre Bolsas são outros quinhentos. Fica o registro, porém. Palpite por palpite, os de Roubini têm sido mais certeiros.

bjus

Ceiça disse...

Amigo

A CEF anunciou também linha de crédito de mais R$ 2 bilhões para financiar a venda de bens de consumo duráveis de menor preço (móveis, eletrônicos, eletrodomésticos).

Sim, a situação está difícil. Mas essa disparada de "pacotinhos" vai ser bem administrada ou vamos acabar com um monte de créditos podres em bancos públicos, ainda mais num período em qua a inadimplência deve crescer?

bjus

Ceiça disse...

Homero....
A Crise vem em ondas e pior ainda não passou; isso segundo Kennedy Alencar

"A crise econômica internacional vem em ondas. O momento de ajudar o sistema financeiro foi durante o primeiro impacto. Isso, aconteceu no mundo e no Brasil. O segundo momento é o de ações do governo para interferir na economia real, aquela que gera empregos e renda.

Ele cita como exemplo o fato de o governo ter pedido para a Caixa Econômica Federal financiar a compra de eletrodomésticos e a área da construção civil.

"Serão R$ 2 bilhões para financiar o comércio popular. A estratégia de Lula é garantir um bom Natal para tentar manter um clima otimista na economia", explica o colunista.

Ouça as opiniões dos especialistas sobre a crise financeira
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Veja as medidas já anunciadas no Brasil para combater a crise

Segundo Alencar, o presidente Lula teme um efeito psicológico negativo, que faria o consumidor deixar de comprar por medo do futuro.

"Se prevalecer o temor, o já esperado desaquecimento da economia no ano que vem poderá ser ainda maior. A economia poderá crescer menos do que seria necessário para superar a crise. E isso seria pior para todo mundo", afirma o jornalista."

bjus

Homero Moutinho Filho disse...

Vocês me deixam doidinho, postando em textos antigos,rsrsrs.

-O problema do Lula são as classes C,D e E que lhe dão a "blindagem" em popularidade, necessária para impedir qualquer investigação ou ação do Congresso contra ele.
Se a Economia fôr mal ele perderá a "blindagem" e poderá ser alvo de denúncias graves.
-Estas classes já sentirão os efeitos da crise no preço dos alimentos e produtos de natal, quando não pudrem comprar um vinho,peru,uvas, castanhas, etc.
-A retração do crédito e demanda no mercado já são flagrantes, com carros e motos abarrotando pátios e lojas.
-Aquele lavrador, peão e faxineira que recentemente sentavam nos sofás e compravam fogões, geladeiras e TVs nas lojas desaparecerão em breve, por falta de cre´dito, mesmo com o subsídio de crédito do governo.
-Os empregos, novas obras e bicos sumirão.
-A classe média não querer pagar o pato sozinha. Vai cortar gastos (provocando desemprego)e procurar manter o "status".
-A conseqüência virá depois do natal, quando o 13º tiver sido todo consumido em dívidas e compras.

Homero Moutinho Filho disse...

Corrigindo:
" A classe média não vai querer".