domingo, 6 de junho de 2010

Um "paninho" faz a diferença!

Suas vestes escondem parcialmente seu corpo, mas perceptivelmente ainda esbelto como em sua adolescência, quando teve de resistir a apelos atraentes, embora mãe muito cedo e tendo de sustentar dois filhos, sem se violentar ou vender.
Foi apenas uma imagem de uma mulher já "passada dos 40" e de uma família eleita pelo programa do Huck, para uma reforma da casa, mas englobava tantas características individuais diferentes,; um filósofo e músico, uma "japinha", uma filha que estuda a "Torah" e religião judaica, a mãe, muçulmana, seguidora do Islã e um genro quase 10 anos mais novo que sua filha, lutador de "kung fu".
Eita "ecumenismo" hein?
Mais, nem na ONU seria possível.
Segundo sua explicação de sua conversão mais recente ao islamismo, foi por esconder seus cabelos , buscar outras respostas religiosas e se manter digna.
Realmente, esta foi a imagem que projetou e assimilamos na grande mídia, mais acostumada a mulheres provocantes e sensuais, que atualmente não se diferem das profisionais do sexo no vestir.
"Nossa senhora", adolescente, mulher virgem, "ame" (em libanês, hebreu e em árabe) "virgem, moça , donzela", como os nossos padrecos levaram às últimas consequências de interpretação, sobre o nascimento de jesus, sem esclarecer se foi uma auto procriação ou não, mas tudo bem.
Aqueles olhos verdes límpidos e face sempre sorridente, porém humilde, me provocaram lembranças de um passado talvez de outras vidas e simpatia instantânea por ela.
É uma imagem tão digna e respeitosa, a de uma mulher, vestindo aqueles trajes, cobrindo seus cabelos e apenas sendo o que é, sem maiores "atrativos" ditados por profissionais, geralmente de outro sexo "intermediário", que subsistem e se alimentam da vaidade feminina e moda, ao mesmo tempo, tão "fashion" e elegante na escolha de seus apetrechos, mesmo singelos e simples, que me vejo com um certo "saudosismo" inexplicável, talvez de uma era ou tempo bem antigo, quando as mulheres ainda tinham uma certa dignidade ou mereciam algum respeito.
Dignidade não significa "submissão" nem "dependência. Pelo contrário, quem quer que conheça a vida das mulheres muçulmanas de emirados árabes e congêneres, saberá que são as mais ativas, estudam, se formam, gastam os tubos em shoppings, ,porém são garantidas pela responsabilidade de seus maridos islâmicos, que juram e assumem sua manutenção e apoio por toda a vida, além dos seus parentes e dependentes.
Na tradição hebraica, também tivemos exemplos muito semelhantes, embora não mais atualmente, apesar de determinadas características de vestimentas, mais "decentes", de esposas de maridos ortodoxos ou rabinos.
Um "paninho" na cabeça, poderá fazer uma grande diferença, em meu conceito...
Ficam tão belas, apenas mostrando a face e olhar...
Assim como antes postei o meu "shalom Adonai Ayin Soph Aur" agora posto;
"Allah Wakbah!" Pois nossa origem é a mesma, semita e mesmo pai Abraham.
A noção de moralidade que fundamentou o Judaismo e o Cristianismo partiu desta premissa da maior dignidade e "santidade" da mulher, como mãe e inocência ao se casar.
Dai o mito da "virgem".
Apesar de todas as "conquistas" que as mulheres possam alegar, nada mais que "concedidas pelos homens que dominavam o "capital" no mundo, desde 1900, para enfraquecerem os movimentos sindicalistas masculinos e os levarem para a morte nas guerras, se beneficiando de uma mão de obra bem mais barata, pois mulheres com filhos não regateam salários nem fazem greves , não saem no pau nas ruas, por temor de não poder sustentá-los, enquanto os homens sempre são mais "idealistas" e guerreiros, acredite quem quiser nestas condições e exemplos históricos de que, assim como a libertação dos escravos foi concessão dos brancos, a liberdade feminina foi também dos homens. Para o seu lucro. Rsrsrs.
Vejam, por exemplo, quando foi a primeira permissão mundial para mulheres votarem na Nova Zelândia em 1917!
Revolução comunista e desordem geral no mundo, partindo de sindicatos em formação.
Mulheres substituindo homens fabricando armamentos e roupas para as guerras.
os capitalistas reagiram destruindo a força e poder dos homens que detinham os salários, fazendo-os dividir com suas mulheres.
E pagando bem menos.
Quem lucrou?
E hoje?
Quando nossos filhos adolescentes já trabalham?
"Renda familiar" no tempo do meu pai era suficiente e muito boa, pois era somente a dele, hoje depende de muitos da família.
Portanto... gosto, gostei e curto mulheres que buscam a sua dignidade perdida, um resquício de respeito, um olhar, que sirva para sabermos se valem ou não nosso apreço e respeito como homens.
Não tenho problemas com mulheres,fui criado por muitas, pelo contrário, gostaria de eternamente admirá-las.

A respeito daquela mulher loura "islãmica" do programa do Huck, apenas posso dizer ; "oi estou por aqui, aceito correspondência...rsrsrs"
Nem vou dizer que seria uma "brincadeira", pois devo conhecê-la de "outras vidas passadas" e senti isso durante o programa. Estranho não?
O que importa para mim é a dignificação e respeito pela figura feminina e enaltecimento da mulher como tal, pois é a base da sociedade e civilização. Sem mulher digna, sem família, sem sociedade ou civilização e tudo se acabou!
É a mulher que amamenta e cria nos primeiros anos de vida!
Que tipo de mulher vocês "futuros filhos" desejariam por mães?
Que "M"!
Vocês não notaram ainda que, nós homens, ansiamos e desejamos o ideal feminino, não o vulgar deteriorado?
"Semi-usados" é uma expressão usada por vendedores de carros, por "eufemismo" , para não dizerem , carros velhos".
Uma ex-prostituta poderá ser uma grande mãe.
Uma ex-virgem um fracasso e futura prostituta, porém, uma virgem e digna, seria um escândalo, para os "intelectuais" ocidentais, que não acreditam nisso!
Tudo uma questão da sociedade ou país em que nascemos.
Aqui, as mulheres rebolam o tempo todo no Funk, no axé, etc, se denegrindo e desrespeitando, tratadas como "cachorras", as adolescentes beijam mais de 40 e transam por noite de "micareta". Vocês desejariam tê-las como suas mães?
Pois é... prefiro o "paninho" e conduta mais digna , ditada pela fé, que pode controlar o ímpeto das mulheres e dos homens.

5 comentários:

Anônimo disse...

adorooooooooooooo, concordo , bjao Cla,
PS nao aguento tanta vulgaridade neste Pais...ninguem aprecia a mente so corpo, bunda, estetica, estetica..nao adianta falta decencia neste pais e muita, depois a mulherada reclama........

Sol disse...

Bom dia Homero,

Assisti também ao Lar Doce Lar, gosto da forma que o Luciano conduz o quadro, sem aquela apelação ridícula, que a maioria dos apresentadores fazem , quando se trata de assistencialismo.

A familia realmente chamou a atenção, mas apenas na busca de respostas espirituais, pois conheço algumas mulheres, com o mesmo proposito de vida, criar seus filhos sozinhas, trabalhando dignamente, sem cair nos desvios de conduta, mas sem no entanto buscar refúgio na religião e sua doutrina.

Infelizmente, a família tradicional, como fui criada, está em extinção, pai , mãe e filhos.
mas entendo, que cada pessoa precisa de um suporte ou de algo que as fortaleça em suas convicções

Solange

Sol disse...

Né por nada não, mas estou achando esta Copa na África do Sul um tiro n'agua, até agora só tenho visto notícias pouco favoráveis, obras inacabadas, denúncias de corrupção, desvios de verbas,
tumultos em treinos, fico imaginando durante os jogos á valer.

Acho que o povo não estava preparado para esta festa,isto é que dá querer fazer média, escolhendo países sem infraestrutura, contando apenas com simpatias, fico imaginando como será aqui em 2014, apesar da tradição falta competencia e lisura, espero que até lá, as coisas tenham melhorado, senão passaremos vergonha.

Solange

Sol disse...

Timão, ê ô, ai como "nóis sofre", credo! olha o Fogão querendo embaçar para o nosso lado, que é isto? e o pior é ter o Ceará na cola, esse Atlético Mineiro e seu Luxemburgo,nem pra dar uma forcinha, é um galo mesmo, só faz barulho.

Solange

Gabriela disse...

Maravilhoso o texto Homero.