Macunaíma é um livro de 1928 do escritor brasileiro Mário de Andrade, considerado um dos grandes romances modernistas do Brasil.
"A personagem-título, um herói sem nenhum caráter (anti-herói), é um índio que representa o povo brasileiro, mostrando a atração pela cidade grande de São Paulo e pela máquina. A frase característica da personagem é "Ai, que preguiça!". Como na língua indígena o som "aique" significa "preguiça", Macunaíma seria duplamente preguiçoso. A parte inicial da obra assim o caracteriza: "No fundo do mato-virgem nasceu Macunaíma, herói de nossa gente. Era preto retinto e filho do medo da noite."
Macunaíma nasceu numa tribo amazônica. Lá passa sua infância, mas não é uma criança igual as outras do lugar. É um menino mentiroso, traidor, pratica muitas safadezas, fala muitos palavrões, além de ser extremamente preguiçoso." (Wikipedia)
Na descrição de Macunaíma já notamos um enorme e flagrante contradição. Como pode um índio ter nascido "preto retinto e filho do medo da noite"?
Mario de Andrade foi um autor famoso por sua participação no movimento modernista (semana de arte moderna) de tendência comunista materialista e lamentavelmente racista por atribuir todos os defeitos e imoralidades herdadas por nosso povo aos nossos antepassados primitivos, culminando na representação em filme (1970) pelo ator e comediante; Grande Otelo (preto retinto, pequeno e feio).
Notem que a descrição; "É um menino mentiroso, traidor, pratica muitas safadezas, fala muitos palavrões, além de ser extremamente preguiçoso" se encaixa perfeitamente naquele "discurso" feito sob medida para o paredão Yuri(Macunaíma)-Rafa (malandro Zé Carioca).
Portanto, aqueles que se identificam com este tipo de personagem infame, que não lamentem depois pelo país que temos.
Lembrem-se que, para cada malandro mal caráter, existem milhares de otários incautos.
E também não esqueçam as últimas palavras do Bial, ao se referir ao Rafa, criticando-o por não ter acertado a mão e ter sido burro. "Malandro é aquele que faz sua vítima rir com ele".
Completando o desastre moral deste BBB12, cito a tentativa de manipulação infantil e arrogante do apresentador ao culpar as mulheres brasileiras e rotulá-las como "machistas".
Se assim fossem em maioria, nem a Maria BBB11(Meg Melillo) nem a Joana (fazenda 4) teríam vencido.
Ocorre que, até para ser uma devassa de sucesso tem que ter "carisma", coisa que faltou e falta à Renata e à Monique.
A imoralidade e inversão de valores só prevalecem, quando as pessoas de bem se acovardam e se acomodam.