O tal do Lázaro Ramos não passa de um clone do "macunaíma" estrelado pelo Grande Otelo, um dos mais famosos comediantes nacionais dos últimos 50 anos.
Triste exemplo de alguém mestiço que se atribui características negras negativas e tenta representá-las, no mais bizarro, deletério e caricato personagem, que só contribui para o preconceito e estigma racial.
Vejam o exemplo do Barack Obama.
Um mestiço bem educado, com família estruturada e sólida, , acadêmico, carismático.
O oposto daqueles seres bizarros do "Ó PAI É" da Globo!
Vagabundos, travestis, prostitutas e malandros, representando o que? A Bahia? Ora meu Deus!
Quantos lá trabalham, estudam, produzem e vencem na vida sem estas sacanagens de vagabundos?
Os baianos devem estar indignados com esta série que mostra somente aspectos totalmente degenerativos e nocivos de seu povo.